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  • Gladson Cameli defende fortalecimento da iniciativa privada e combate à burocracia no Acre

    O ex-governador e candidato ao Senado Gladson Cameli (PP) destacou, neste domingo (6), a importância da aproximação entre o poder público e o setor empresarial durante encontro com empresários realizado no Rancho Zanoni, em Rio Branco.

    Para Gladson, a participação expressiva de representantes do setor produtivo demonstra a credibilidade da gestão da governadora Mailza Assis (PP) junto à classe empresarial.

    “Isso aí é a prova da credibilidade que o governo Mailza Assis tem com a classe empresarial. Um governo forte é uma iniciativa privada forte”, afirmou.

    Geração de emprego e renda

    O candidato defendeu a criação de condições para que empresários possam investir e ampliar suas atividades no estado.

    Segundo ele, o fortalecimento da iniciativa privada é essencial para movimentar a economia e ampliar a oferta de empregos.“Nós temos que criar oportunidades, deixar as pessoas trabalharem para que possam aquecer nossa economia, gerar empregos e renda e valorizar as pessoas que aqui estão apostando no Acre”, declarou.

    Gladson também afirmou que o poder público precisa incentivar quem decide investir no estado, criando um ambiente mais favorável para a instalação e expansão de empresas.

    Combate à burocracia

    Durante o encontro, o ex-governador voltou a criticar o excesso de burocracia e apontou a desburocratização como uma das principais medidas necessárias para estimular o setor produtivo.“Eu sempre disse: o maior prejuízo que dá é a burocratização. Nós temos que acabar com ela, tirar essa palavra do vocabulário e incentivar que a classe empresarial possa cada vez mais estar reforçada e animada”, afirmou.

    Gladson defendeu ainda que a melhoria do ambiente de negócios deve fazer parte de uma estratégia para ampliar a capacidade produtiva do estado.

    Ao final, ele afirmou que o fortalecimento da iniciativa privada deve contribuir para transformar o perfil econômico do Acre, com mais investimentos, empregos e renda.“Para que possamos gerar emprego e renda e termos um Acre industrializado”, concluiu.

  • Alysson Bestene oficializa apoio a Gladson Cameli para o Senado

    Alysson Bestene oficializa apoio a Gladson Cameli para o Senado

    O prefeito de Rio Branco, Alysson Bestene, oficializou nesta quinta-feira, 3, seu apoio à candidatura de Gladson Cameli ao Senado. O anúncio ocorreu durante um encontro no Parque das Acácias, que reuniu lideranças políticas, vereadores, amigos e apoiadores dos dois políticos.

    O apoio ocorre após uma trajetória de parceria entre Alysson e Gladson na administração pública. Durante o governo de Cameli, Alysson comandou a Secretaria de Estado de Saúde e participou das ações de enfrentamento à pandemia. Posteriormente, também ocupou a Secretaria de Governo.

    Alysson posteriormente integrou a chapa de Tião Bocalom como candidato a vice-prefeito de Rio Branco. Com a saída de Bocalom para disputar o Governo do Acre, assumiu a Prefeitura da capital e passou a apoiar a candidatura do ex-prefeito ao Palácio Rio Branco.

    Ao anunciar o apoio a Gladson, Alysson destacou a relação construída entre os dois ao longo dos anos e pediu que seus aliados também apoiem a candidatura ao Senado.

    “Compartilhamos lutas, pensando sempre nas pessoas. É por isso que peço voto ao Gladson, porque é assim que seu coração funciona, meu amigo. Acima de ideologia, acima de partido, aqui tem um amigo. E peço a todos vocês o voto. Multipliquem seu voto, vamos juntos eleger Gladson para o Senado”, afirmou.

    A primeira-dama de Rio Branco, Roberta Bestene Lins, também reforçou a proximidade entre as famílias e declarou apoio ao candidato.

    “Estamos pedindo voto a um amigo, alguém da nossa família”, afirmou.

    Gladson relembra atuação na pandemia

    Gladson agradeceu o apoio e relembrou a participação de Alysson na gestão da saúde durante a pandemia de Covid-19. O candidato ao Senado destacou a atuação do atual prefeito durante o período.

    “Juntos fizemos o que tínhamos que fazer: cuidar das pessoas na pandemia. Esse Alysson é determinado, corajoso. Você ajudou milhares”, declarou.

    Gladson também afirmou que a relação política entre os dois é baseada em liberdade e lealdade e pediu aos eleitores que escolham seu nome para o Senado.

    “Ninguém obriga ninguém. Me deixe ser o senador de vocês”, afirmou.

    Gladson antecipa apoio a Alysson em 2028

    O evento também ganhou um tom voltado para a próxima eleição municipal. Gladson declarou publicamente que pretende apoiar Alysson Bestene em uma eventual candidatura à Prefeitura de Rio Branco em 2028.

    “Eu já tenho candidato a prefeito de Rio Branco na próxima eleição: Alysson Bestene”, anunciou.

    A declaração foi recebida com entusiasmo pelos apoiadores presentes e reforçou a aproximação política entre os dois.

    Também participaram do encontro os vereadores Leôncio Castro, candidato a deputado estadual, Samir Bestene, candidato ao mesmo cargo, Joabe Lira, Márcio Mustafá e Elzinha Mendonça; o candidato a deputado federal Fábio Rueda, além de gestores públicos, lideranças políticas e apoiadores.

  • Em entrevista, Gladson detalha planos para o Senado

    Em entrevista, Gladson detalha planos para o Senado

    Candidato ao Senado Federal com o número 111, o ex-governador Gladson Camelí detalhou seus principais compromissos junto a população. Em participação no telejornal da TV Norte/SBT realizada nessa quarta-feira 16, Gladson elencou 3 dos principais pontos de sua atuação:

    “Primeiro, precisamos acabar com esse negócio de a cada 2 anos falarmos de reforma da BR 364. Isso não resolve o problema. Precisamos de uma reconstrução total da rodovia. E é sobre isso que irei lutar em Brasília. Também vou buscar recursos para aumentar a regionalização da Saúde no estado e para transformar a faculdade estadual, que foi criada durante o meu mandato em universidade estadual gratuita. Dessa forma, vamos oferecer mais vagas no ensino superior para que os acreanos possam garantir as melhores oportunidades de trabalho”.

  • Gladson 111 reforça união política e compromissos com o Juruá.

    Gladson 111 reforça união política e compromissos com o Juruá.

    O candidato ao Senado Federal, Gladson Cameli 111, participou nesta sexta-feira (21), em Cruzeiro do Sul, sua cidade natal, da inauguração do comitê da coligação Avança Acre que das candidaturas de Mailza Assis e Jéssica Salles ao governo e Marcio Bittar também ao Senado.


    Em um ato marcado pela presença de apoiadores e lideranças políticas, Gladson reforçou a união do grupo e destacou seu compromisso em seguir ao lado das duas candidatas na busca por avanços para a região e para todo o estado.


    “Eu quero andar lado a lado com a Mailza e com a Jéssica, porque juntos podemos fazer muito mais pelo nosso povo”, afirmou.
    Mailza Assis destacou a importância do apoio de Gladson Camelí e a força da aliança construída para a disputa eleitoral. Jéssica Salles também ressaltou que a união representa um projeto político voltado ao desenvolvimento do Alto Juruá e de todo o Acre.


    O evento consolidou o palanque político do grupo em Cruzeiro do Sul e reforçou a mobilização da campanha, com a defesa de uma atuação conjunta em favor do desenvolvimento do interior e da melhoria da qualidade de vida da população acreana.

  • “Não vamos parar”: Mailza, Jéssica e Gladson dão a largada com adesivaço na Baixada da Sobral

    “Não vamos parar”: Mailza, Jéssica e Gladson dão a largada com adesivaço na Baixada da Sobral

    A Praça da Semsur, na Baixada da Sobral, foi palco do pontapé inicial da campanha majoritária governista que promete movimentar o estado. A governadora e candidata à reeleição, Mailza Assis (PP), a ex-deputada Jéssica Sales (MDB), candidata a vice, e os candidatos ao Senado, Gladson Cameli (PP) e Márcio Bittar (PL) reuniram uma multidão em um “Adesivaço” que marcou o início oficial de suas atividades nas ruas para o pleito de 4 de outubro.

    O clima de otimismo contagiou a militância, com o trio de lideranças políticas consolidando uma frente unida. Gladson, um dos protagonistas do evento, destacou a energia da mobilização popular. “Dessa vibração forte aqui: juntos, pé no chão, conversando com as pessoas e rumo à vitória dia 4 de outubro, se Deus quiser”, declarou Cameli ao ac24horas, reforçando a unidade do grupo.

    Foto: Sérgio Vale/ac24horas

    Já Mailza expressou otimismo quanto ao primeiro dia de atividades nas ruas. “Estamos felizes com este primeiro dia de caminhada, que não vamos parar. Vamos percorrer os quatro cantos do nosso estado, levando uma mensagem de carinho, de trabalho e de esperança para a nossa população”, afirmou, enfatizando o compromisso com o contato direto com o eleitorado acreano.

    Foto: Sérgio Vale/ac24horas

    Ao lado da governadora, Jéssica Sales compartilhou a emoção do momento e o impacto positivo do acolhimento em Rio Branco. “É surreal. Agradeço a Deus por essa sensação maravilhosa. Não tenho palavras para agradecer”, declarou. Sales caracterizou a governadora como uma “mulher poderosa e guerreira”, reforçando que a união entre eles representa um equilíbrio estratégico essencial para o estado.

  • Impugnação do MPE ainda não tira Gladson da disputa eleitoral; entenda

    Impugnação do MPE ainda não tira Gladson da disputa eleitoral; entenda

    Ex-governador ainda pode recorrer e manter a candidatura, mas enfrenta prazo decisivo até setembro.

    O pedido do Ministério Público Eleitoral (MPE) para barrar a candidatura do ex-governador Gladson Cameli (PP) ao Senado não significa, neste momento, que ele esteja oficialmente fora da disputa. Embora a Procuradoria Regional Eleitoral no Acre (PRE/AC) tenha ingressado nesta quinta-feira (13) com uma Ação de Impugnação de Registro de Candidatura (AIRC), a decisão final sobre o registro ainda cabe à Justiça Eleitoral.

    A avaliação é do advogado Gilson Pescador, especialista em Direito Eleitoral, ouvido pelo ContilNet para esclarecer quais são os próximos passos do processo e até onde Cameli poderá levar a candidatura caso o Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC) siga o entendimento do Ministério Público.

    Segundo Pescador, a situação de Cameli é juridicamente delicada, mas a impugnação, por si só, não interrompe a campanha. O ex-governador ainda terá prazo para apresentar sua defesa e poderá recorrer de eventual decisão desfavorável.

    “Não quer dizer que o TRE vai julgar procedente ou não o pedido de impugnação. O TRE poderia ter um outro entendimento e deferir o pedido de registro de candidatura”, explicou.

    A legislação eleitoral prevê que, depois de notificado, o candidato tem sete dias para contestar a impugnação, apresentar documentos e requerer outras provas. A regra está prevista na Lei Complementar nº 64/1990 e também na regulamentação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    No caso de Gladson, porém, o advogado considera provável que o TRE-AC indefira inicialmente o registro, diante da condenação imposta pela Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A PRE/AC sustenta que a decisão colegiada enquadra o ex-governador nas hipóteses de inelegibilidade previstas na Lei da Ficha Limpa.

    A condenação ainda não transitou em julgado, mas, segundo o Ministério Público Eleitoral, isso não impede a incidência da inelegibilidade prevista na legislação eleitoral, que considera condenações proferidas por órgão colegiado.

    É justamente nesse ponto que a defesa de Cameli ainda poderá tentar reverter o cenário. De acordo com Pescador, caso o ex-governador consiga uma decisão favorável do Supremo Tribunal Federal (STF) enquanto o processo estiver em tramitação no TRE-AC, o documento poderá ser apresentado à Justiça Eleitoral e influenciar a análise do registro.

    “Se dentro desses sete dias do prazo para se defender ele obtiver uma decisão favorável do Supremo Tribunal Federal, ele ainda pode ser candidato”, afirmou.

    Mesmo que essa eventual decisão do STF não ocorra imediatamente, o advogado explica que ainda seria possível apresentá-la posteriormente, antes do julgamento definitivo do registro, caso o processo no TRE-AC ainda esteja em andamento.

    Campanha pode continuar

    A existência da impugnação não impede Gladson de seguir em campanha. Foi justamente o que o ex-governador afirmou nesta quinta-feira, ao reagir publicamente ao pedido do MPE.

    “Sobre o registro da minha candidatura, quero dizer para vocês que não tem novidade nenhuma. Eu continuo pré-candidato e, por isso, estou buscando os meus direitos para concorrer a uma das vagas ao Senado Federal”, declarou Cameli.

    Na avaliação de Pescador, a estratégia jurídica tende a ser de continuidade. Mesmo diante de um eventual indeferimento do registro pelo TRE-AC, Gladson ainda poderá recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), enquanto aguarda uma eventual decisão do STF.

    “Mesmo que haja um julgamento de mérito contra o registro da candidatura, não quer dizer que ele deva parar ali. Ele vai recorrer dessa decisão do TRE para o TSE, aguardando ainda uma decisão liminar do STF”, afirmou.

    O calendário eleitoral estabelece que, em 2026, os pedidos de registro de candidaturas, inclusive os impugnados e seus recursos, devem estar julgados pelas instâncias ordinárias até 14 de setembro. Essa também é a data-limite para substituição de candidatos, ressalvada a hipótese de falecimento.

    O prazo que pode definir o futuro da candidatura

    É justamente o calendário eleitoral que coloca uma data decisiva no caso de Gladson Cameli: 14 de setembro.

    Pela legislação, a substituição de candidatos, tanto em eleições majoritárias quanto proporcionais, deve ser solicitada até 20 dias antes da eleição. Em 2026, o prazo termina em 14 de setembro. A exceção é o falecimento do candidato, que permite a substituição mesmo depois desse período, dentro das regras previstas pela legislação.

    Isso significa que Gladson poderá continuar recorrendo mesmo depois de uma eventual decisão desfavorável do TRE-AC. O problema, segundo Pescador, é que a demora na definição pode colocar o Progressistas e a federação à qual o partido pertence diante de uma situação de difícil reversão.

    “Se ele quiser no dia 16, 17, 18, 19, 21, 22 desistir da candidatura, não pode mais colocar substituto”, explicou o advogado.

    Na prática, caso o registro seja negado e não haja uma decisão capaz de reverter a situação até o prazo para substituição, o partido corre o risco de permanecer sem tempo hábil para apresentar outro nome à disputa.

    Por isso, a situação envolve duas frentes simultâneas: de um lado, a tentativa da defesa de manter o registro de Gladson; de outro, a necessidade de o partido avaliar os prazos eleitorais para não perder a possibilidade de substituição.

    “Ele coloca em risco o partido. Coloca em risco a federação. Porque ele pode ser julgado só lá no final de setembro e aí o partido não tem mais aquele tempo de 20 dias mínimos antes da eleição para substituir”, disse Pescador.

    Assim, a impugnação apresentada pelo Ministério Público Eleitoral representa um revés importante para a candidatura de Gladson Cameli, mas não encerra a disputa judicial. Por enquanto, o ex-governador continua candidato e pode manter sua campanha, apresentar defesa no TRE-AC e recorrer a instâncias superiores caso tenha o registro negado.

    O que está em jogo, agora, é uma corrida contra o calendário eleitoral: quanto mais próximo o processo chegar de setembro sem uma decisão capaz de garantir sua elegibilidade, menor será a margem de manobra para o partido substituir o candidato.

  • Em vídeo, Gladson Camelí reage à ação do MP Eleitoral e afirma: “Continuo pré-candidato”

    Em vídeo, Gladson Camelí reage à ação do MP Eleitoral e afirma: “Continuo pré-candidato”

    Ex-governador minimizou a ação de impugnação movida pelo Ministério Público Eleitoral, classificou investidas como normais do período eleitoral e garantiu busca por direitos para disputar o Senado.

    O ex-governador do Acre e pré-candidato ao Senado Federal, Gladson Camelí (Progressistas), publicou um vídeo em suas redes sociais na tarde desta quinta-feira, 13, para se pronunciar sobre a ação de impugnação do registro de sua candidatura apresentada pelo Ministério Público Eleitoral (MPE).

    Na mensagem direcionada aos seus apoiadores e ao eleitorado acreano, Camelí procurou transmitir tranquilidade e minimizou a iniciativa do órgão fiscalizador, classificando as investidas adversárias como inerentes ao período eleitoral e reafirmando a continuidade da sua pré-candidatura.

    “Pessoal, a campanha está para começar e, é claro, que infelizmente com ela chegam também os ataques e as fake news. Sobre o registro da minha candidatura, quero dizer para vocês que não tem novidade nenhuma. Eu continuo pré-candidato e, por isso, estou buscando os meus direitos para concorrer a uma das vagas ao Senado Federal”, declarou o ex-governador no vídeo.

    Foco no início oficial da campanha e na decisão popular

    Durante a manifestação, o candidato do Progressistas ressaltou que o período oficial de propaganda eleitoral se inicia apenas no próximo dia 16 de agosto e demonstrou confiança na viabilidade da sua postulação. Para Camelí, a decisão final sobre a ocupação das vagas no Congresso Nacional caberá ao eleitorado.

    “A campanha só começa oficialmente no dia 16 e eu tenho certeza de que vamos estar, mais uma vez, juntos. Quem vai dizer se eu serei senador pelo nosso estado ou não, será Deus e o povo. E vamos em frente!”, completou.

    O contexto da contestação judicial

    O posicionamento do ex-gestor ocorre poucas horas após a Procuradoria Regional Eleitoral no Acre (PRE-AC) ingressar com uma ação no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AC) pedindo o indeferimento de sua candidatura. O MPE fundamenta o pedido no enquadramento da Lei Complementar nº 64/1990 (Lei das Inelegibilidades), argumentando que a condenação mantida pela Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que fixou pena de 25 anos e 9 meses de reclusão, constitui causa automática de inelegibilidade por ter sido proferida por órgão judicial colegiado.

    A medida do Ministério Público segue-se à intimação emitida pelo TRE-AC no dia anterior, solicitando a certidão criminal para fins eleitorais expedida pelo STJ. A defesa do candidato apresentará contestação nos autos da ação, que ainda aguarda julgamento na Justiça Eleitoral.

  • Gladson Camelí celebra aniversário do pai com declaração nas redes

    Gladson Camelí celebra aniversário do pai com declaração nas redes

    Na homenagem, Gladson destacou a importância de Eládio em sua trajetória

    O ex-governador do Acre Gladson Camelí usou as redes sociais nesta terça-feira (11) para homenagear o pai, Eládio Cameli, que completa mais um ano de vida.

    Em uma publicação acompanhada de uma mensagem de carinho, Gladson destacou a importância do pai em sua vida e na sua trajetória. Ele chamou Eládio de “alicerce, amigo e maior exemplo” e disse agradecer a Deus pela oportunidade de ser seu filho.

    Na homenagem, o ex-governador desejou ao pai muitas bênçãos, saúde, proteção e anos de vida. Gladson também aproveitou a data para reforçar o carinho que sente por Eládio e encerrou a mensagem com uma declaração de amor.

    “Meu pai Eládio Cameli é meu alicerce, amigo e maior exemplo”, escreveu Gladson na publicação.

  • Travessia aponta Gladson Cameli com 35% e Jorge Viana com 32% na disputa pelo Senado no Acre

    Travessia aponta Gladson Cameli com 35% e Jorge Viana com 32% na disputa pelo Senado no Acre

    Pesquisa do Instituto Travessia Diagnóstico Ltda, encomendada pela Rádio e TV Juruá, divulgada nesta segunda-feira, 10, mostra o ex-governador Gladson Cameli (Progressistas) e o ex-senador Jorge Viana (PT) à frente na disputa pelas duas vagas do Acre no Senado Federal em 2026.

    No cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Gladson aparece com 35% das intenções de voto, seguido por Jorge Viana, com 32%. Marcio Bittar (PL) registra 29%, enquanto Mara Rocha (Republicanos) tem 24%. Na sequência aparecem Sérgio Petecão (PSD), com 13%, Eduardo Velloso (Solidariedade), com 12%, Júnior Feitosa (DC), com 2%, e Inácio Moreira (PSOL), também com 2%. Brancos e nulos somam 17%, enquanto 34% dos entrevistados não souberam responder. Como cada eleitor pode escolher dois nomes para o Senado, os percentuais ultrapassam 100%.

    Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados, Jorge Viana aparece numericamente na frente, com 12%, seguido por Gladson Cameli, com 11%, e Marcio Bittar, com 10%. Mara Rocha tem 5%, enquanto Eduardo Velloso e Sérgio Petecão aparecem com 1% cada. Brancos e nulos somam 15%, e 44% não souberam responder.

    O levantamento também perguntou qual seria o primeiro voto do eleitor. Gladson Cameli e Jorge Viana aparecem empatados, com 22% cada. Mara Rocha registra 14%, Marcio Bittar, 13%, Sérgio Petecão e Eduardo Velloso, 5% cada, e Júnior Feitosa e Inácio Moreira, 1% cada. Brancos e nulos somam 7%, enquanto 10% não souberam responder.

    No cenário de segundo voto, Marcio Bittar lidera com 16%, seguido por Gladson Cameli, com 13%. Jorge Viana e Mara Rocha aparecem empatados, com 10% cada. Sérgio Petecão registra 8%, Eduardo Velloso, 7%, e Júnior Feitosa e Inácio Moreira têm 1% cada. Brancos e nulos somam 10%, enquanto 24% não souberam responder.

    Apesar de aparecer entre os dois primeiros colocados na intenção de voto, Jorge Viana também registra a maior rejeição entre os candidatos ao Senado, com 36%. Sérgio Petecão aparece em segundo, com 33%, seguido por Gladson Cameli, com 26%, e Marcio Bittar, com 23%. Eduardo Velloso registra 17%, Inácio Moreira, 16%, enquanto Júnior Feitosa e Mara Rocha apresentam os menores índices, com 15% cada.

    A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC) sob os números AC-01649/2026 e BR-03113/2026.

  • Gladson oficializa pedido de candidatura ao Senado e aguarda julgamento do TSE

    Gladson oficializa pedido de candidatura ao Senado e aguarda julgamento do TSE

    Ex-governador aparece como candidato do Progressistas e integra a coligação Avança Acre na disputa por uma das duas vagas do estado.

    O ex-governador do Acre Gladson Camelí, do Progressistas, já consta no sistema de Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais do Tribunal Superior Eleitoral, o DivulgaCandContas, como candidato ao Senado Federal nas eleições de 2026. O pedido de registro ainda não foi julgado pela Justiça Eleitoral e aparece com a situação “aguardando julgamento”, assim como os outros sete candidatos ao Senado.

    Gladson concorre pelo Progressistas, com o número 111, e integra a coligação Avança Acre, formada por PDT, MDB, PL, Democrata e Federação União Progressista, composta por União e Progressistas.. Beatriz Camelí aparece como primeira suplente e Debora Nunes como segunda suplente.

    O registro ocorre poucos dias após o Superior Tribunal de Justiça, o STJ, manter a condenação criminal de Camelí. A Corte Especial rejeitou, por unanimidade, os embargos de declaração apresentados pela defesa e manteve a sentença que condenou o ex-governador a 25 anos e 9 meses de prisão, em regime inicial fechado, além de multa e indenização de R$ 11 milhões.

    Entre os documentos apresentados no registro estão as certidões criminais da Justiça Estadual de primeiro e segundo graus e da Justiça Federal de primeiro e segundo graus.

    Os documentos, porém, ainda não podem ser visualizados no sistema. Ao acessar os arquivos, aparece a mensagem “arquivo aguardando anonimização”.

    Bens declarados

    Na declaração apresentada à Justiça Eleitoral, Gladson Camelí informou possuir R$ 5.997.277,46 em bens.

    Entre os itens declarados estão um BMW X6, avaliado em R$ 920 mil; um terreno no valor de R$ 600 mil; uma motocicleta Honda CBR 650R, avaliada em R$ 48 mil; além de valores mantidos em contas, aplicações financeiras, consórcios e outros direitos.

    Condenação no STJ

    A situação do registro eleitoral ocorre após a Corte Especial do STJ manter, na última quarta-feira, 5, a condenação criminal de Gladson Camelí. A decisão rejeitou os embargos de declaração apresentados pela defesa e preservou a sentença proferida em 6 de maio de 2026.

    A ação teve origem em denúncia do Ministério Público Federal, que acusou Camelí de liderar uma organização criminosa envolvida em fraudes em licitações, corrupção ativa e passiva, peculato, lavagem de dinheiro e desvio de recursos públicos durante sua gestão no Governo do Acre.

    Conforme a decisão mantida pelo STJ, permanecem também os efeitos eleitorais da condenação, que, segundo a legislação citada no caso, podem resultar em inelegibilidade.

    A defesa do ex-governador havia informado, após a condenação, que recorreria ao Supremo Tribunal Federal e que mantinha confiança na reversão da decisão.

    Disputa pelo Senado

    O registro ocorre em meio a uma disputa acirrada pelas duas vagas do Acre no Senado. Na pesquisa Delta encomendada pela TV Gazeta e divulgada nessa terça-feira, 11, considerando a primeira e a segunda opção de voto dos entrevistados, Márcio Bittar aparece com 18,79%, seguido por Gladson Camelí, com 18,14%, e Jorge Viana, com 14,61%.

    A diferença entre Bittar e Camelí é de 0,65 ponto percentual. Na sequência aparecem Mara Rocha, com 12,77%; Sérgio Petecão, com 8,10%; e Dr. Eduardo Veloso, com 5,67%.

    O levantamento também apontou Gladson Camelí com 15,90% de rejeição.